Sinto o meu coração palpitar
Mais forte
Quando te vejo passar
Na avenida dos meus sonhos.
Desejo ardentemente que
A sorte,
Venha colorir
A bruma deste meu céu risonho.
E na ardente ânsia
De ter-te,
Fecho os olhos,
Para imaginar sentir teus lábios.
Mesmo sabendo que a distancia
Que existe,
Não é menor
Que a dos leigos aos sábios.
Para ti, um poeta com os olhos
Rasos d’água
Abre a alma,
Na simplicidade de um soneto.
Para quem sabe,
Calar a mágoa
No calor de um sentimento.
2004
(O inverno retratado nesta obra não é aquele que falo tanto em poemas que cito o frio, a neve e os dias nublados, este inverno, é o inverno da alma e dos sentimentos, o pior e mais rigoroso invernos que se pode enfrentar)

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