Lugares que passei
contigo...
Coisas simples que fiz
contigo...
Comidas que comemos
juntos...
Bebidas que bebemos
juntos...
Mesmos lugares que
passei sozinho...
Mesmas coisas simples
que fiz sozinho...
Comidas que comi
sozinho...
Bebida que bebi
sozinho...
Noites que passamos
abraçados...
Manhãs que te acordei
com beijos...
Passeios que fizemos de
mãos dadas...
Tristezas que passamos
e nos amparamos...
Noites que passo
sozinho...
Manhas que não encontro
quem acordar...
Passeios solitários com
mãos nos bolsos
Tristezas sem quem
ampare...
Tantas coisas, tantos sentidos,
Que juntos pareciam tão
belos
E que agora distantes
São lúgubres e
sombrios...
Você que fazia de um
raio de sol
O meu arco Iris
particular
Levou-me as nuvens e me
jogou no chão,
Deu-me o sorriso para
me mostrar as lagrimas...
2013
(Este é um poema bem recente, que fala de coisas feitas a dois e as mesmas coisas feitas sozinho. É uma leitura simples de coisas cotidianas vistas de um prisma diferente do vivido em outro momento.)

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