quinta-feira, 29 de maio de 2014

LÁBIOS INVISÍVEIS

Tua lembrança
Repousa entrelaçada
Em meus braços,
Sobre meu peito
Como uma amante saciada.

No entanto, de teu corpo,
De curvas tão sutis
E tão sensuais,
Não sinto o perfume
Nem sinto o calor.

Mas estás aqui
Junto bem a mim,
Amante etérea
A qual beijo com sofreguidão
Teus lábios invisíveis.

2005

Com este poema, inicio uma série de poemas mais antigos que permanecem inéditos. Espero que gostem.

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